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Secretaria de Política para as Mulheres acompanha de perto dois casos de violência em Brasília
07/10/11 
Fonte: Os Administradores

 A ministra Iriny Lopes determinou que sejam acompanhados de perto pela Secretaria de Política para as Mulheres dois casos de assassinato de mulheres que ocorreram no mês de setembro, em Brasília. De acordo com a ministra, é fundamental que haja acompanhamento social e jurídico no auxílio dos familiares das vítimas e para que os assassinos sejam punidos.

Na sexta, 30 de setembro, a estudante de direito Suênia Sousa Farias, 24 anos, foi assassinada pelo professor Rendrik Vieira Rodrigues, 35, com quem manteve uma relação amorosa durante dois meses. Onze dias antes, também na capital federal, em 19 de setembro, a copeira Vanessa Souza Ribeiro Santos, 24 anos, havia sido assassinada por seu marido, o garçom Rafael da Silva de Andrade, 27 anos.

Nos dois casos, o motivo do assassinato foi semelhante. Suênia foi morta porque decidiu romper o caso amoroso que mantinha com o professor e reatar a relação com o marido, de quem estava separada há poucos meses. Já Vanessa foi assassinada porque estava em processo de separação conjugal e o marido não aceitava o rompimento.

Nos dois casos, ainda, os assassinos já haviam dado sinais de que estavam dispostos a agir com violência. E este fenômeno, segundo dados da Sub-Secretaria de Enfrentamento à Violência contra a Mulher, é comum na grande maioria dos casos de crimes cometidos contra mulheres no Brasil.

O medo de denunciar os agressores ainda é uma grande desafio

De acordo com o Ligue 180 (Central de Atendimento à Mulher) 13,2% das mulheres que sofreram violência por parte de companheiros já haviam sido ameaçadas de morte pelo menos uma vez . Apesar disso, a ministra Iriny Lopes, afirmou que um dos grandes desafios enfrentado pela Secretaria é o de fazer com que as mulheres não tenham medo de denunciar e procurem ajuda quando necessário.

Necessidade do fortalecimento do Pacto Nacional de Enfrentamento Violência Contra as Mulheres

A ministra Iriny Lopes destacou, ainda, a importância do fortalecimento do Pacto Nacional de Enfrentamento Violência Contra as Mulheres, que tem a participação de todos os estados brasileiros, dos poderes municipais, judiciário, do Ministério Público e das Defensorias Públicas. "Isso garante que todas as brasileiras tenham proteção e em caso de violência, seus agressores sejam punidos com o rigor que a lei determina", afirma.

Outro grande desafio, de acordo com a ministra, é fazer com que o Estado brasileiro, em todas as suas instâncias, assuma que a violência contra a mulher é um problema social instalado no país.

Serviços de apoio à mulher

Hoje, existem mais de mil Serviços Especializados de Atendimento à Mulher instalados no país. Além de dar proteção, estes serviços também estão orientados a acompanhar os casos de violência ocorridos nos municípios, a exemplo do acompanhamento determinado diretamente pela ministra nos episódios recentes de Brasília

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