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Lá em casa quem manda é o respeito

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Alcoolismo é abordado em palestra do projeto "Lá em casa quem manda é o respeito"
29/06/12 
 

Foi ministrada nessa sexta-feira pela manhã, dia 29 de junho de 2012, no Centro de Ressocialização de Cuiabá, palestra educativa do Projeto “Lá em Casa Quem Manda é o Respeito”, cujo tema foi o “Alcoolismo”, proferida pelo consultor em dependência química José Antônio Vieira, apresentada para 70 reeducando e que contou com a presença de Cleonice de Minosso e Rosiane Alecrim, representantes da SETAS.

Inicialmente, José Vieira ressaltou que o preconceito contra a pessoa que faz o uso de bebidas alcoólicas ou substâncias entorpecentes é muito grande inclusive na família, “ninguém quer ter na família um alcoólatra ou um dependente químico”

O consultor explicou quais são as diferenças entre o uso e o abuso do álcool, vez que culturalmente  seu uso sociabiliza as pessoas em festas e encontros de amigos aos finais de semana, atuando como "desinibidor", pois após pequenas quantidades ingeridas a pessoa começa a ficar “mais solta” e falante, enquanto o abuso faz com que a pessoa não tenha noção da quantidade ingerida e passe a causar transtornos e problemas no ambiente.

José Vieira mencionou que existe o bebedor social “é aquela que bebe sem se preocupar e bebe muito pouco”; o bebedor problema “é aquela pessoa que bebe em grandes quantidades independentemente do dia, do horário e do local em que está, ficando vulnerável a acidentes de trânsito, de trabalho, etc”; e o alcoólatra “é o viciado. A pessoa, após ingerir a primeira dose muda completamente o seu comportamento, fica agressiva, não consegue parar de beber sente delírios, suores, tremores e confusão mental.”

Com total interação dos reeducandos, o consultor explicou, ainda que “segundo a OMS, o alcoolismo é uma doença incurável e as consequências são inúmeras tanto para a família, para o financeiro e para a moral”, trazendo dados estatísticos de que o álcool é responsável por 10% de adoecimento e morte no Brasil, provoca 60% dos acidentes de trânsito e crianças entre 10 e 12 anos são estimuladas pelos próprios pais a começar a fazer o uso de bebidas alcoólicas.

Foi destacado por José Vieira a possibilidade de tratamento que se dá por internação, terapia ambulatorial realizado em clínicas particulares e hospitais públicos e frequecia a grupos de auto ajuda como o AA ou AL-anon, além de mencionar a importância de empresas que promovem ciclos educativos para seus funcionários sobre o álcool, suas consequências e tratamento.

Ao final, foram sanadas dúvidas e servido um lanche aos reeducandos, seguido de “rodas de conversa” mediadas pelos psicólogos Jair José Schuh e Silvia Helena Aragones Vasconcelos Torres e pela assistente social Ana Carolina Paiva Costa Barros Rezende.

O reeducando W. O. A. relatou da importância que teve ao assistir a palestra “foi uma palestra muito boa, eu faço uso de qualquer tipo de bebida alcoólica e aprendi que quando eu sair daqui vou tentar não cometer os mesmos erros e tentar não consumir mais em grande quantidade”.

W. C. G. disse que “eu não bebo mas foi uma bela palestra, tenho uma pessoa da família que bebe e vou tentar passar pra ela o risco que ela corre e alertar sobre o que pode acontecer com ela”.

Já o reeducando E. de O. manifestou sobre a sua dependência “é difícil a gente ter a abstinência da bebida, eu já tentei muitas vezes e não consegui, já tinha desistido mas hoje, quando eu vi essa palestra, acordei e quero tentar de novo largar disso que só trás o mal pra mim e pra minha família”.

 

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