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Homens Que Agradam Não Agridem

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Homens que Agradam Não Agridem é desenvolvido no CRAS do bairro CPA III
29/08/17 - 09:00 
 

 Na terça-feira, 29 de agosto de 2017, no Centro de Referência e Assistência Social - “CRAS – CPA III” - foi desenvolvido o Projeto “Homens que Agradam Não Agridem”, o qual contou com a presença de 13 (treze) pessoas, dentre homens e mulheres.

No Centro de Referência e Assistência Social - “CRAS – CPA III” - o projeto foi desenvolvido por meio de palestras e vídeos apresentados e coordenados por Christina Mendonça (psicóloga) Renata de Paula Teixeira (assistente social), Fernanda Denadai (psicóloga), Maria Aparecida Rodrigues (assistente ministerial) e Wanderley da Silva Neves (técnico administrativo). Tratou-se de uma oficina de atualização sobre o atendimento intersetorial a pessoas em situação de violência, voltado para homens e mulheres que tiveram a oportunidade de partilhar suas experiências.

Durante a apresentação do projeto foram abordados temas como que vivemos ainda em uma sociedade machista, na qual os homens comparam em seus relacionamentos afetivos com a forma que a genitora desempenhava determinada função, querendo que a mulher faça do mesmo jeito que as mães faziam.

Ao final, deixaram claro a importância da família na educação dos filhos, preparando-os para desenvolver as tarefas domésticas, fazendo com que aceitem, em casos de desempregos, força maior ou caso fortuito, que a companheira mantenha o lar, nesses períodos críticos, nos quais muitos casais terminam os seus relacionamentos, por não aceitarem que a mulher seja a provedora e mantenedora do lar, em que coabitam.

Os participantes também colocaram que existem muitos casos em que as mulheres aceitam determinadas situações de violências, porque são convenientes para elas, já que os homens arcam com as despesas da família e muitas vezes essas mulheres não possuem qualificação profissional, para enfrentar o mercado de trabalho e têm medo de enfrentar a vida sozinha.

Falaram ainda que muitas mulheres não denunciam os seus agressores porque têm medo que eles possam fazer com elas e, assim, acabam se submetendo aos caprichos de seus companheiros, que muitas vezes além de ameaças partem para as agressões físicas e, muitas vezes, até matam suas companheiras e enteadas, também.

Dentro do contexto, ora abordado, teve participante que confessou que não gosta de casa desarrumada, bagunçada e que ajuda nos afazeres domésticos, sem que a companheira solicite ajuda, que faz com prazer e respeita a atividade das mulheres, dentro dos lares. Além de terem dado ênfase ao fato de que consumo de bebida alcoólica e o uso de substâncias entorpecentes contribuírem para que a violência doméstica aconteça. Para tanto acompanhem alguns depoimentos colhidos entre os participantes, abaixo transcritos:

1º) Vânia C. Costa (Assistente Social do Programa Siminina SMASDH – Cuiabá/MT)

Violência doméstica, foi abordado questões relevantes e com bastante participação das pessoas, que citaram várias experiências dentre elas a minha que fui assistente social da Casa de Amparo em 2010, onde se falou que a violência existe em função do uso do álcool e drogas. Citou o exemplo de casos recorrentes na época em que trabalhei na casa de amparo, que lá estavam várias mulheres e ex de pastores e outros membros de igrejas e que não tinham nenhum vício. Portanto a violência é algo cultivado em cada indivíduo desde sua infância.”

2º) Silvano de Jesus Amorim

Foi de muita importância este encontro pois, aprendi o que devo fazer para ainda mais a minha família. Obrigada.” 

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